Quem olha para Manhattan desde o Brooklyn Bridge Park e sente que "o skyline mudou de novo" não está enganado. A cada 18 meses, a silhueta mais fotografada do mundo ganha um elemento novo — e entre 2026 e 2027 são dez torres simultâneas entrando em fase final. Algumas vão bater recordes de altura; outras vão inaugurar uma geração nova de prédios residenciais ultraluxo. Abaixo, a lista comentada.
Para esta reportagem, cruzamos dados do Council on Vertical Urbanism, do New York YIMBY e dos relatórios trimestrais das incorporadoras. Todos os projetos listados têm data firme e andamento verificável — nada de promessa de papel.
1. 175 Park Avenue (The Commodore) — 1.646 pés, 2027
O projeto mais ambicioso de midtown leste. Substituindo o antigo Hotel Commodore ao lado do Grand Central, o 175 Park Avenue vai entregar 2,56 milhões de pés quadrados de escritórios e um hotel de luxo nos andares superiores. São 89 andares desenhados pelo escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM). Quando abrir, será o prédio de escritórios mais alto do hemisfério ocidental.
2. 2 World Trade Center — 1.226 pés, 2027
Depois de quase duas décadas em limbo, o 2 WTC finalmente sai do papel. Projeto de Norman Foster, desenvolvido pela Silverstein Properties, com a American Express como inquilina-âncora. Encerra oficialmente a reconstrução do complexo do World Trade Center. São 55 andares, 1.226 pés, e vai "fechar" o conjunto ao lado do Oculus.
3. 625 Madison Avenue — 1.264 pés, 2027
Supertall residencial projetado pela Related Companies. Sessenta e seis andares, 496.000 pés quadrados, 101 unidades de condomínio. O preço por pé quadrado dos primeiros apartamentos listados passa de US$ 6.500 — o que coloca o 625 Madison entre as cinco torres residenciais mais caras do mundo.
4. 270 Park Avenue (JPMorgan) — já entregue em 2025
O novo JPMorgan Chase Tower começou a receber funcionários em agosto de 2025 e foi formalmente inaugurado em 21 de outubro de 2025. Não vai ser novidade em 2026, mas merece destaque porque é o primeiro supertall 100% eletrificado da cidade e redefiniu o padrão de escritório pós-pandemia.
5. 111 Washington Street — 789 pés, 2026
Arranha-céu residencial de 64 andares no Financial District. Não é supertall (ponto de corte é 984 pés), mas vai ser a torre residencial mais alta do FiDi sul — área que ainda está no meio de uma conversão de escritórios em moradia acelerada pela pandemia.
6. 70 Hudson Yards — 45 andares, 2026
Mais 1,2 milhão de pés quadrados de escritórios classe A para o corredor Penn Plaza/Garment District. Entrega prevista para 2026. É o primeiro prédio da segunda onda de Hudson Yards e testa o apetite do mercado corporativo pós-congestion-pricing.
7. 260 12th Ave — 25 andares, 2026
Em Chelsea, são 1,1 milhão de pés quadrados de escritório classe A. Parte da transformação do corredor West Side, colado à High Line.
8-10. Hudson Yards Phase 2: trio de supertalls — 2030+
Os três gigantes do Western Yard (1.376, 1.224 e 1.180 pés) ainda não entregam em 2027, mas começam a levantar estrutura entre 2026 e 2027 e já estão alterando o horizonte visto da margem de Nova Jersey. Vão conter, juntos, mais de 1.500 apartamentos e 2 milhões de pés quadrados de escritórios, além do resort-cassino em parceria com a Wynn Resorts.
O que esse boom significa
Três leituras. A primeira: o mercado imobiliário nova-iorquino não "morreu com o home office" como muitos analistas previram em 2021. Ele se reconfigurou — escritórios classe A+ viraram o ouro da cidade, enquanto prédios classe B estão sendo convertidos em moradia em ritmo recorde. A segunda: o residencial de luxo supertall virou uma commodity de reserva de valor para estrangeiros, especialmente do Golfo e da Ásia. A terceira: o cassino do Western Yard, se aprovado, muda permanentemente o caráter de Manhattan oeste.
Nova York constrói para cima porque nunca aprendeu a envelhecer olhando para dentro. É uma cidade que sempre quer se ver de longe.— Jeveaux
Como ver essas torres em 2026
O melhor mirante grátis para acompanhar a construção é o Brooklyn Bridge Park, Pier 1, especialmente ao amanhecer, quando o sol bate no flanco leste de Manhattan e destaca as torres em obra. Outra opção é o Gantry Plaza State Park, em Long Island City, que dá visão direta do midtown leste e da torre do Commodore em andamento. À noite, o Edge (Hudson Yards) oferece visão 360º — e permite ver o próprio canteiro de obras do Western Yard do chão.
Conclusão
Se você está planejando 2027 já pensando "Nova York é sempre igual", volte para este artigo. Em 24 meses, o skyline vai ter dois supertalls novos na parte de cima da ilha (Commodore e 625 Madison) e o 2 WTC finalmente fechando a silhueta do sul. Quem tirar foto da ponte do Brooklyn em janeiro de 2026 e em dezembro de 2027 terá dois cartões-postais completamente diferentes da mesma cidade.
Esse panorama se conecta diretamente a tudo que o viajante brasileiro precisa saber sobre os novos arranha-céus de Nova York. Nos próximos meses, a tendência é que novos desdobramentos apareçam — e quem estiver atento sai na frente. Vale a pena acompanhar de perto, porque Nova York nunca fica parada: o que vale hoje pode mudar amanhã, e é exatamente isso que torna a cidade a capital cultural do mundo. Quem visita em 2026 e 2027 vai encontrar uma cidade em movimento, reinventando-se a cada esquina, com camadas de história se empilhando sobre a modernidade mais agressiva do planeta.
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